SANTA IGREJA APOSTÓLICA PRIMITIVA, CATÓLICA E ORTODOXA
A Santa Igreja Apostólica Primitiva, Católica e Ortodoxa, é a comunidade de servidores do Santíssimo Salvador, por Ele instituída, fidelíssima aos Seus ensinamentos e vivendo, a exemplo d´Ele, no exercício permanente do Amor a Deus, que se expressa, de uma parte, como Ele o fez, no Amor ao Próximo e, de outra parte, como Ele também o fez, no culto público de louvor e de gratidão a Deus Pai e de submissão as Suas Leis.
Sunday, April 02, 2006
Tuesday, March 28, 2006
CATÓLICA E ORTODOXA
Uma Mensagem de Fé e de Orientação
ao Povo de Deus
01. Definição

02. Situação e Princípios
03. O Cristo Eterno

Esta verdade, esquecida de muitos, é o testemunho maior do Amor de Deus a toda Sua Criação, e de modo especial, à Humanidade. O Cristo Eterno ultrapassa, sem diminuí-Lo, o Cristo encarnado na Palestina, Jesus, Principe de Judá, Filho de Davi. Antes, d´Ele dá um testemunho de grandeza impar, de missão eterna e de eterno amor a Seu Povo.
04. Evolução?

Hoje, se muitos problemas são vistos, se muitas falhas são evidenciadas no comportamento humano, estarrecendo alguns, entristecendo e magoando a muitos – é justamente porque se alteou o nível ético do Povo que observa e, de modo claro, erros e fraquezas, hipocrisias e mentiras, são mais facilmente visualizados. Evidenciam-se como os distantes corpos celestes ante as lentes de poderosos observatórios.
Tempos houve, dentro da própria Civilização Cristã, em que crimes aconteciam à vista de todos, praticados (até!) em nome de Deus e por muitos daqueles que se consideravam – e eram acreditados – como delegados d´Ele neste mundo!
05. Atitude Fraterna

07. Nossa Realidade

Não somos atores de um drama previamente esboçado e planejado por alguém, nem a resultante do erro de alguns, ou de um drama cósmico – mas seres livres a evoluir e a resgatar as suas próprias faltas, aurindo o benefício de seus próprios acertos, tudo sob a esplendorosa Luz de Deus e protegidos por Seu Infinito Amor.
08. Fidelidade

09. Respeito à Liberdade

“Deus criou o homem desde o princípio, e o deixou na mão de seu próprio juízo. Deu-lhe mais os Seus Mandamentos e os Seus Preceitos. Se quiseres observar os mandamentos, eles te guardarão, e tu conservarás sempre a fidelidade que agrada (a Deus). Ele pos diante de ti a água e o fogo; lança tua mão ao que quiseres. Diante do homem estão a vida e a morte, o bem e o mal;...” (Eclesiástico, XV, 14-18).
A Santa Igreja ensina, orienta e assiste, mas não se imiscui na vida íntima de ninguém. Esse é um recanto sagrado onde apenas se faz presente a realidade do ser humano e a Misericórdia e a Sabedoria de Deus.
Não pratica, pois, a Santa Igreja, desde as origens, qualquer tipo de confissão. Orienta, não julga. Assiste, não oprime. Proclama, não impõe.
“Não contes os teus pensamentos nem ao amigo nem ao inimigo, e se cometeste algum pecado não o descubras, porque te ouvirá e se guardará de ti e, aparentando desculpar o teu pecado, te aborrecerá, e estará sempre (hostil) ao teu lado. Ouviste alguma palavra contra o teu próximo? Morra dentro de ti,...”
(Eclesiástico, XIX, 8-10)
10. Trajetória Diferenciada

11. A Palavra de Cristo

Se por vezes, para ser compreendido, Ele empregou tradições e símbolos próprios da cultura do local em que cumpria o Seu ministério, esses textos são claramente identificáveis. Não se trata, aqui, de assemelhar-se o Divino Salvador às nossas limitações teológicas, filosóficas e sociológicas, mas de nos colocarmos, com nossas limitações e pobreza, o mais próximo possível de Sua Eternidade, de Sua Grandeza, de Sua Origem e de Sua Sagrada Missão.
12. Apostolicidade da Santa Igreja

14. Igreja Primitiva

13. O Sacramento da Ordem

15. Catolicidade

16. Ortodoxia

Esta Ortodoxia sobrepõem-se a qualquer outra: nada existe mais importante e mais significativo que a Palavra do Santíssimo Salvador.
17. Diferenciações

18. Ecumenismo

19. Batismo no Espírito Santo.

É um ato íntimo, uma transformação profunda, um momento de iluminação, de adesão, de proclamação de fidelidade à Lei Divina. É um instante de intimidade, de mútua aceitação – se assim é licito dizer – entre o Ser Humano e Seu Criador.
20. Aceitação do Cristo Eterno.

21. O Batismo Litúrgico

22. A Confirmação

É igualmente um momento em que a Igreja responde a esse ato de fé publicamente realizado, e de compromissos e de fidelidade livremente assumidos, implorando de Deus a Graça Divina e Sua proteção sobre quem a Ele se confia integralmente.
Isto para falar, de modo simples, sobre os aspectos sociais, comunitários, do Sacramento da Confirmação, sem referencias – por conhecidas – às Graças Espirituais que o Santo Sacramento infunde em quem O recebe devidamente preparado e em sã consciência.
23. Da Eficácia dos Sacramentos
24. Exclusões

25. Consagração Comunitária

Queremos nos referir à Sagração Comunitária, que é celebrada pela Comunidade em que vai atuar o Ministro eleito, ou pela Comunidade de origem, em se tratando de missionários para regiões especificas.
É a continuação, em termos renovados e adaptados a outras circunstancias, da primitiva eleição de diáconos, presbíteros e bispos nos primeiros séculos do Cristianismo.
27. Da Ação Litúrgica dos Fiéis

28. Significado da Consagração Comunitária

Desde esse momento, no respeito da assistência espiritual prometida e garantida pela Graça Divina, o novo ministro é reconhecido plenamente ordenado para o Sagrado Ministério.
29. Razão da Consagração Comunitária:

Em conseqüência, após um período relativamente breve, todo Ministro que recebeu a Consagração Comunitária e, portanto, foi autorizado e reconhecido pela Comunidade, recebe – na forma do Direito Canônico e da tradição – a Consagração Litúrgica.
31. Aspecto Histórico da Consagração Comunitária:

32. Resultado da Dispersão:

33. Apelo à Graça de Deus:

Essas comunidades permaneceram anônimas e fiéis até o advento da liberdade religiosa.
34. Testemunho de Gratidão:

37. Na Clandestinidade:

38. Louvor e Gratidão:

39. Um Espírito de Fidelidade:

40. Uma Diferença Basilar:
É justo expressar, porém, que enquanto outras igrejas esqueceram o Mandamento Novo, ápice de Sua Mensagem, a Santa Igreja Apostólica Primitiva, verdadeiramente Católica e verdadeiramente Ortodoxa, manteve-se fidelíssima a esse princípio áureo, proclamado pelo Santíssimo Salvador.
“Dou-vos um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros e que, assim como Eu vos amei, vos ameis uns aos outros. Nisto saberão todos que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” João, XIII, 34
41. Reverência e Justa Gratidão:

42. Uma Mensagem Própria:
Cabe também dizer que a Santa Igreja não é apenas uma igreja a mais, entre as muitas que prestam serviços ao Povo de Deus. A Santa Igreja apostólica Primitiva, Católica e Ortodoxa, tem uma mensagem que Lhe é inerente e diferenciativa, não apenas porque preserva a simplicidade e a fidelidade da Fé que ilumina desde sempre os Cristãos Primitivos, como também porque colheu, pela graça do Espírito Santo, através dos séculos, uma iluminação própria, plenamente espiritualista – no melhor sentido – deixando à margem dos caminhos costumes hoje inaceitáveis e gnoses ultrapassadas.
43.Deixando a Pobreza Humana
Enfim, deixemos de lado toda a pobreza humana que constitui, em muitos casos, para outros, algo inviolável e sagrado. Graças à presença de homens e mulheres santos e sábios, a Santa Igreja preservou, no recesso de Seus sacrários, na consciência e no coração de Seu povo, um Cristianismo que, à semelhança daquele das origens, dispensa crendices, superstições e devoções que desfiguram a Reta Fé que deve orientar e animar o Povo de Deus.
44. Uma Sólida Pedra:
Quando, no início do século XVII, surgiu a Ordem do Cristo Reconciliador, dita da Unidade Apostólica, de que resultariam os Pro-Patriarcas Unionistas, sob a égide de homens sábios e ilustres, uma sólida pedra estava colocada na Obra da Proclamação Santa. Sem dúvida, era uma Providência de Deus, uma dádiva significativa para Seu Povo, um instrumento de ação apostólica, um consolo para antigas dores e sofrimentos.
46. A Ação do Espírito Santo:
Graças a esses homens, inscritos no Divino Rol dos Servidores Fiéis, essas hierarquias hoje caminham e agem, dentro de sua própria realidade e tradição, mas proclamando valores renovados, sob a radiosa Luz de Deus. Quem, em sã consciência, pode negar a poderosa ação do Espírito Consolador?
47. Servidores Fiéis em Toda Parte:
”Tudo o que foi feito, foi feito por Ele. E nada do que foi feito, foi feito sem Ele”.
Deus suscita servidores fiéis em tantos lugares que seria estultice nos considerarmos os únicos! Longe de Nós tal vaidade e tal pretensão. Quanto mais servidores atentos surgirem, melhor para a obra de construção do Reino de Deus.
49. Nosso Espírito:
Quanto a Nós, sirva-nos de justificativa e de diretriz uma plena fidelidade a Ele, uma justa dedicação a Seu Povo, a Nossos Irmãos, e uma permanente solicitude pela construção de um Mundo Melhor, pela elevação de Seu Império em todas as consciências.
Que Deus a todos copiosamente abençoe!
A Ele, louvor e gratidão!
De nosso Sacrário, aos 06.01.2006 A.D.
Dom Saul Kaesar Augusto, O.S+G.,
Dei Humilissimus Servator






